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Candidatos ao Ensino Superior
Topic Started: Jun 15 2011, 11:43 AM (3,359 Views)
Taiga
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I am god!!Fucking mortals!!!!!
Quantos temos da fornada 404Gamers a entrar na universidade este ano?
Puxando a brasa á minha sardinha eu vou para direito pois é um curso que me acho fantástico( tenho grande contacto com pessoas desse ramo e acabei por "apaixonar-me" pelo curso). No entanto posso vir a querer exercer advocacia ou poderei ir para outra área mais tarde através do direito.
Depois veremos.
Sexta é fazer o exame de História e depois tentar entrar na Clássica de Lisboa ou em Coimbra que é para onde tenho média. Se não conseguir vou para Católica do Porto, onde passei nos pré-requisitos com sucesso.
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Fallen Angel
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E já agora, como estou um pouco indeciso, acho que seria óptimo se quem pudesse partilhasse qualquer contacto que tenha tido de forma a que quem vai escolher este ano tenha acesso a mais opiniões e informações de quem já teve contacto directo com um curso superior...
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GTA_Crazy
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Só vi agora o post do Tenebricus, sorry. :(

Sobre línguas e tradução, que foi o curso que tirei e o mestrado que estou neste momento a tirar, tenho obviamente de te falar da Universidade do Minho. Não é por eu andar lá, mas realmente há que falar do melhor que o ILCH (Instituto de Letras e Ciências Humanas) tem para oferecer quando comparado a outras universidades.

Em termos de línguas, no curso que tirei, Línguas Aplicadas, são três as línguas estrangeiras obrigatórias. Todos os anos há línguas que entram e saem, mas a base é inglês, francês, alemão, espanhol, russo, e italiano. Pode abrir árabe dependendo do número de pessoas, e outras línguas como checo e polaco. No curso de LCO, que é virado para as línguas orientais, tens chinês e japonês, além de uma língua estrangeira ocidental (inglês, na maioria dos casos).

O que é muito bom em termos de línguas na UM, é que a maioria dos professores são nativos, com exceção dos professores de inglês e francês, que geralmente são portugueses mas viveram muitos anos em países onde a língua nativa é o inglês (Reino Unido, África do Sul, Nova Zelândia). Mesmo assim, existem alguns nativos. Para além disso, há muitas hipóteses de ires passar uma temporada a um país estrangeiro. Eu fui a Moscovo, infelizmente só fui aquele tempo porque calhou em má altura, o mestrado estava a começar e também ficou caro. Já surgiu a hipótese de ir um ano com uma bolsa para suportar os custos, mas enfim, isso já é uma decisão complicada de tomar porque 1 ano, é 1 ano. :P

Para além das línguas no curso, lidas muito com muita tradução, obviamente, e estes profs. são geralmente tradutores profissionais. Infelizmente já não vais a tempo de ter aulas com uma tal de Ana Chaves, uma tradutora espetacular, com montes de obras publicadas, e um sentido para a tradução quase sobrenatural. Ela reformou-se este ano, infelizmente, mas foi minha prof. durante a licenciatura e o mestrado, e é qualquer coisa. Ainda há dias conseguiu, por exemplo, com que nos encontrasse-mos com dois autores estrangeiros para discutir uma tradução que nós fizemos de livros deles (Martin Earl e Richard Zimmler). Brutal! :palmas: Também temos um prof. que nos arranja contactos com empresas, e que nos "infiltra", como ele gosta de dizer, noutros departamentos da Universidade para trabalhar com outros cursos em projetos que envolvem línguas e tradução (Escola de Economia, Escola de Direito, Medicina, Engenharias, etc.).

Mas este curso seria muito virado para a tradução, obviamente. E quem diz tradução diz tudo o que envolve este ramo, incluindo nichos de mercado. Podes lidar com terminologia, localização, legendagem, gestão de projetos, interpretação, etc. Tem coisas más o curso, uma delas é haver cadeiras que não cabem na cabeça de ninguém e não te ajudam em nada, como "Tópicos de Direito". Ficas um semestre a dar o que os alunos de direito dão em poucas semanas numa das cadeiras de direito. Não envolve tradução, e aí é que está o mal. Eu se quiser aprender sobre direito, pego num livro de direito, não preciso de ter aulas. :facepalm: Para além desses há Tópicos de Economia, e similares. São cadeiras para encher chouriços, no fundo...

E pronto, já escrevi muito, se quiseres mais informação, por voz é mais fácil. :D Tens ainda o curso de Línguas e Literaturas Europeias, que não se foca na tradução mas na leitura e análise de obras literárias. Tens ainda Estudos Portugueses e Lusófonos, mas isso é para quem quer ficar na área do português, e aprender línguas como latim clássico e grego clássico. Not my cup of tea...

Enfim, se estás a pensar seriamente em seguir um curso de letras/tradução, olha para a UM porque é um dos melhores sítios do país. Como diz o Neba, não vás é para um curso destes "porque sim". Aprender línguas não é fácil, exige muito auto estudo e força de vontade, e prática, ou esqueces as coisas se parares. Há muitos alunos que entram no curso e depois estão lá a "sofrer" para acabá-lo, porque "ah e tal, eu não gosto de tradução". Então estás aqui a fazer o quê? :calduco:
Edited by GTA_Crazy, Jun 22 2012, 12:42 PM.
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Admin

Sem querer puxar a brasa á minha sardinha, mas os meus professores de línguas também foram sempre nativos, sem excepção :) Aliás, pensava que era prática comum numa universidade, mas como nunca estive noutra não sei. Só de inglês tive professores do reino unido, canadá, estados unidos e nova zelãndia.

Sinceramente custa-me recomendar ao tenebricus ir para longe, a menos que estejamos a falar de um curso muito especifico que só existe num sítio. Não sei como é o ensino de linguas em Lisboa, mas não penso que se justifica a despesa de viver fora de casa (mas isto sou eu que só penso em poupar :D ).
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GTA_Crazy
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Puxa Neba, foi isso que eu fiz. :D

Professores nativos de inglês e francês é mais difícil de encontrar porque existem muitos em Portugal, que não sendo nativos, viveram muitos anos no país em questão. Daí que as diferenças para um nativo serem mínimas. Também há profs. que se casaram com pessoas desses países, ou têm lá família, e vão lá regularmente, etc. Neste caso, não vejo a "não-natividade" como uma coisa essencial em duas línguas tão "batidas". Para as restantes sim, são só nativos, até de espanhol, o que achei estranho.

Também não estou a dizer para o Tenebricus vir para cá. Obviamente que LA não é um curso único. Mas na área, é dos melhores com certeza, e a UM é das melhores universidades do país para línguas e tudo o que as envolve. Lisboa também tem, e o Porto, mas tirando o Porto que também tem bons cursos, em Lisboa já ouvi dizer, por outros profs. e alunos, que têm falhas graves, mas pronto eu também nunca estive lá por isso não sei.
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astrolobster
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Be advised, shit's going down...
Ser não-nativo também tem as suas vantagens. Lembro-me que tinha uma prof de alemão não-nativa (apesar de ter muitos familiares lá radicados) e ela era bastante boa a utilizar analogias para explicar muitos dos termos ou 'problemas' gramaticais, de modo a percebermos melhor a língua. Mas isto era na cadeira de introdução ao alemão, que sinceramente pouco tinha de introdutório :P
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Tenebricus
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Dovahkiin
Ah guys, muito obrigado pelo feedback, sério :D

Eu ando bastante dividido, por um lado gostava de ir para História e era o que tinha em mente há muito tempo, mas por outro tenho medo de achar aquilo secante, também pelo facto de não me ver em nenhuma profissão relacionada com o curso assim de repente :-/

Outras ideias que tinha em mente eram Línguas, Literaturas e Culturas, principalmente por gostar de ter oportunidade de aprender línguas. Antropologia também tem o seu interesse...

Tradução não está riscado, mas epa nem sei...
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blackh0le69
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Epa, Tenebrecius, sem querer estar-te a afastar daquela que parece ser a tua área de mais aptidão e aquela em que queres seguir, deixa-me dizer-te que tens mais alternativas do que só as areas das linguas propriamente ditas.

Aliás, tal como eu, estás a um muito fácil exame de economia (especialmente se tiveres boa capacidade de lidar com números e claro, de estudo) na 2ª fase de, dependendo da tua média, ficares automaticamente habilitado a mais uma data de cursos.

Falando do meu caso, eu graças ao exame de história acabei o meu curso com média de 15,2. Ou melhor, esta era a minha média de candidatura a praticamente tudo do nosso curso, visto que usava o 16 a história no exame. Mas eu, já depois de ter entrado para o curso, comecei a ter duvidas sobre o que queria realmente seguir.

Como alguns aqui se lembram certamente, eu escrevi em vários blogues da área, era dos gajos mais assíduos pelo PTG e a escrita e especialmente a "opinião critica e social" eram as coisas que mais gostava. Como tal, tinha obviamente a minha mente virada para comunicação social/ciências da comunicação. No entanto, a partir de meio do 10º ano comecei a ganhar uma prespectiva diferente das coisas. De repente, sentia algumas saudades do raciocinio dos numeros, especialmente quando tinha uma outra matéria de MACS que me fazia puxar mais pela cabeça. Comecei a pensar e a investigar e cheguei a conclusão que, numa área como a gestão hoteleira, podia de certa forma conjugar as duas coisas. Na altura achava que não podia aceder e cheguei inclusive a pensar em perder um ano e mudar para economia. Mas depois descobri que podia aceder ao Estoril e ao curso de DGH fazendo simplesmente o exame de economia A.

A ideia foi-me crescendo na cabeça e depois por causa do estado cada vez mais degradante e complicado do jornalismo e da comunicação social em Portugal, não só ao nível do emprego, mas também com todos os escândalos e afins, acabei por me decidir pela gestão hoteleira. O facto de ter conhecido um dos jornalistas mais importantes do país, digamos (é da Lusa e mais não digo) e ter ouvido relatos do mesmo a aconselhar-me a procurar uma alternativa numa área com melhor futuro, também ajudou.

O que acontece é que eu acabei por completar o meu secundário e quando cheguei ao fim tava mesmo perdido em relação as linguas e humanidades. Não havia um unico curso que eu não achasse que ia ser demasiado enfadonho para mim à excepção da tal comunicação social. Assim sendo, lá fui eu fazer o exame de economia. Candidatei-me ao Estoril (tive 11 no exame, o que fodeu tudo) e não entrei, mas candidatei-me também a comunicação as universidades de lisboa e olha, só não entrei na nova. Acabei por optar pela gestão hoteleira na mesma, estou a bancar à grande no ISLA (290 por mês fora o resto, fim do curso 3x mais que na publica, basicamente), mas digo-te que não me sinto no direito de me queixar tendo em conta alguém que veio da área de humanidades:

Estou num curso que embora não tenha a saída de outros tempos (muito pessoal vai para lá a achar que so precisa de tirar o canudo, errado), se soubermos nos "mexer" e procurar temos um futuro minimamente assegurado. Continuo a aprender inglês e quando acabar o curso posso fazer um simples exame na faculdade e receber o grau c1. Posso aprender outra língua, ainda que com enfoque na parte da hotelaria, me dá o mesmo grau de aprendizagem que a minha namorada vai ter na segunda lingua dela no curso de cultura em Letras. Tenho cadeiras ligadas à Sociologia. Estou numa área que me permite, aliás, me incentiva/obriga a viajar e a comunicar e conhecer novas culturas. E nada me impede de tirar um mestrado/pós-graduação numa área mais relacionada com as letras e aquilo que pretendia inicialmente assim que acabar o curso.

O que eu quero isto dizer é que hoje em dia acho que o pessoal, especialmente em humaniddes, não tem necessidade de se singir tanto às linguas e humanidades como isso. Não quero com esta treta toda estar-te a afastar daquilo que mais gostas e estar a revolucionar-te quaisquer ideias que tenhas. Sei que, a minha própria historia, já motivou a que um amigo meu também de humanidades fosse fazer o exame de economia. Ele também se vai candidatar este ano e agora está muito mais tranquilo precisamente por ter esta opção extra.

Quem sabe até estou a escrever para um gajo como eu a quem sempre agradou a ideia de ter um estabelecimento próprio, alguém que gosta da palavra gestão e do que ela implica. Se não for esse o caso, então também não me custou nada escrever isto! :D

Boa sorte no que quer que decidas fazer da tua vida ;)
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GTA_Crazy
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Só gostava de clarificar uma coisa aí no teu post blackhole, sobre o nível das línguas (e não grau). :P Na verdade, não é assim tão simples obter um nível C1 ou, idealmente, um nível C2. Geralmente nos cursos de letras, cada semestre durante o qual aprendas uma língua corresponde a um nível (1º semestre A1, 2º semestre A2, 3º semestre B1, e por aí fora até ao nível C2). Mas isto não é de todo verdade. Tendo só aulas normais, é impossível alguém terminar o 1º semestre de uma língua estrangeira no nível A1 e chegar ao final do 4º semestre (2 anos) no nível B2. Impossível.

Mesmo o caso do inglês, que normalmente seria a língua mais forte e que dura 3 anos, ninguém chega ao 6º semestre no nível C2. Ninguém. Eu estudo inglês fora das aulas, bastante, e tento manter a língua em ação sempre que posso (ler a escrever), e mesmo assim acabei o primeiro ano do mestrado (mestrado atenção, não curso), no nível C1. O manual que estava a utilizar, que prepara o estudante para o exame de C2 de Cambridge, um dos exames oficiais, era realmente exigente, e vi-me à rasca com alguns exercícios que eram mesmo feitos para distinguir um aluno C1 de um aluno C2. Portanto, a tua namorada idealmente obteria o nível B2 a qualquer língua estrangeira com duração de 2 anos, e nível C2 a inglês (ou qual fosse a língua I). Mas quando ela acabar, se tiver algum destes níveis é porque estudou a sério fora das aulas. Eu não tenho problemas em dizer que desde que comecei a estudar inglês (já lá vão 12 anos), tudo o que aprendi nas aulas somado deve dar para aí 40% do que sei. O resto, foi sozinho.

Para línguas mais raras, tipo alemão, italiano, até espanhol, etc., ainda mais difícil se torna aprender sozinho e manter a língua ativa.

É claro que, dependendo da profissão, não é necessário dominar uma língua no nível C2. Isso exige muita dedicação durante muitos anos, e só compensa se realmente se fizer uso da língua. Para quem está em tradução e tudo o que isso envolve, claro que cada língua estrangeira adquirida é um profundo "plus" no CV. Especialmente se for uma combinação rara (quanto mais rara, melhor). Por exemplo, eu tenho inglês - alemão - russo + nativo português. Combinação boa, pois são línguas que provêm de famílias diferentes. Há pessoal que escolhe inglês - espanhol - francês + nativo português. Não é que seja mau, mas disto no mercado há muito. Línguas românicas só + inglês não dá.

Mas pronto, acho que percebeste o que quis dizer. É que há muita gente que acha que estudar uma língua é muito fácil, e que fala dos níveis como se fosse uma coisa simples. Mas quem estuda línguas sabe bem a dificuldade que é. Aprender realmente uma língua estrangeira é difícil e demora muito tempo. Irrita-me solenemente ver alguém a dizer que sabe não sei quantas línguas, simplesmente porque consegue ler algumas coisas e dizer outras tantas nessa língua. :)

PS: Em relação ao exame, vê lá o que te fazem na universidade. Eu vi a estrutura do exame de Cambridge e além de muito longo, pois verificam competências de escrita e também orais, de fácil não tem absolutamente nada. Não te deixes enganar por um exame qualquer feito por um prof. Se queres certificação à séria, faz o exame no sítio correto onde és bem avaliado e trazes um certificado autêntico. Que no caso de quereres emprego na área das línguas, e não só, pode valer bastante.
Edited by GTA_Crazy, Jun 24 2012, 12:27 AM.
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blackh0le69
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GTA, eu falei em C1 xD Ou seja tu é que fizeste confusão. Assim ainda mais razão dá aquilo que eu disse.

Eu por acaso tenho a noção dessas coisas porque o pai de um amigo meu é dono de um Instituito com escolas por todo o país de inglês. Basicament, o nível C2 é o dos professores (custa-me a acreditar como alguns que já tive o obteram). É proeficiência máxima na lingua já.

Quanto ao exame, obrigado pela dica. Tenho amigos que já foram fazer um para o B2 e disseram que foi relativamente fácil, mas tal como eu, é pessoal já com muito andamento a inglês. Aliás, eles até estudaram língua de forma mais extensiva e um desses meus amigos até pretende um dia fazer tradução (aliás, ele já foi traduzir um texto a uma embaixada, embora acho que foi um bocado cunha).

E atenção que eu nao quis dizer que falo seja o que for. Aliás eu não falo nada e duvido que saia do meu curso a falar algo de jeito de francês (a minha segunda língua). Desde que seja capaz de atender um cliente, levá-lo ao quarto, servi-lo no restaurante e assim, já me dou por bem contente.
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GTA_Crazy
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E então, candidatos ao Ensino Superior, já há notícias? :)

E para quem já está lá, como correu a coisa? Neba, conseguiste acabar o 1º ano? Eu já terminei o meu, soube ontem a última nota. Estou pasmado, apesar de ter trabalhado bastante não esperava notas tão altas. A mais baixa foi um 15, a interpretação, e a mais alta um 19, a tradução audiovisual (legendagem). Média final: 16,636 (16,5 no 1º semestre, 16,8 no 2º semestre). :o

Não sou muito de me gabar das notas, mas com estas estou mesmo satisfeito. Estou com esperança de que vou conseguir o prémio de mérito este ano, vamos lá ver, eram uns bons €€ extra. :P
Edited by GTA_Crazy, Jul 28 2012, 04:54 PM.
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Tenebricus
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Dovahkiin
GTA, acredites ou não tinha-me esquecido durante o tempo que estive fora :S Ainda bem que postaste xD

Lá vou eu ver cursos, que porra...

Btw, muito obrigado pelos posts extensivos que fizeram. Na altura não respondi porque não pensei conseguir escrever resposta à altura :P
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Over
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Boss
Parabéns, GTA. Continua assim. É o teu primeiro ano? O primeiro é sempre o mais fácil e com maiores notas, por isso não facilistes agora com os bons resultados. ;)

Eu cá já tirei duas licenciaturas, por isso é com alívio que vejo falarem de exames e notas e tudo isso passar-me ao lado. :D
Edited by Over, Jul 28 2012, 06:17 PM.
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Admin

@GTA, parabéns, tiveste melhor que eu. Também passei, mas desci a média em relação ao semestre anterior. Tive tres 15 e dois 13, média final 14 e pouco. Mesmo assim houve algumas que me surpreenderam, pensei que ia atrofiar com Propriedade Intelectual e Direitos de Autor, uma vez que nunca tive inclinação para leis e cenas do género, já para não falar que praticamente tive que decorar o Código do Direito de Autor e Direitos Conexos, mas afinal tive a 2º melhor nota da turma. Já a Teoria do Texto foi sempre a descer nos tres testes: 16, 12, 9...

Enfim, já passou. Agora o que é que vais fazer para o ano? Tese, projecto? Eu em principio vou fazer estágio, depois aviso se tiver sido colocado :)
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GTA_Crazy
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Obrigado! :D

@Over: é o primeiro ano, mas de mestrado. :P A licenciatura já ficou feita, e o primeiro ano por acaso foi o pior, notas fracas, média de 12 acho. O 3º ano foi o melhor, e mais trabalhoso também. Ainda vou ver se subo algumas cadeiras na licenciatura, que aquela média de 14 qualquer coisa é um bocado fraca.

@Neba: Porreiro! É engraçado o nosso percurso universitário estar a ser o mesmo. :) Eu gostava de fazer estágio porque nesta altura é o melhor, mas também gostava de fazer uma tese hehe. Mas em principio será estágio pois o nosso mestrado costuma arranjar lugares em várias empresas. Há uma em Espinho que visitámos e adorei, eles recebem estagiários, por isso é uma boa hipótese. Vamos lá ver, só temos de tratar disso a sério no 1º semestre. Agora são férias a sério. :P
Edited by GTA_Crazy, Jul 28 2012, 07:58 PM.
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