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| Side Quest - Em Busca da Origem II; Narrador: The End | |
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| Tweet Topic Started: Dec 19 2011, 04:01 PM (397 Views) | |
| The End | Dec 19 2011, 04:01 PM Post #1 |
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[align=center]Em Busca da Origem II[/align]Primeira parte da Side Quest: Em Busca da Origem Três anos atrás um bravo gennin partia de sua casa com um único objetivo em mente e no coração, descobrir tudo o que podia sobre sua família, seu clã, suas raízes. Seu clã havia sofrido muito durante os anos e ele também, com a perda de membros queridos e a falta de alguns durante toda a sua vida, nem mesmo membros do clã que não apresentavam ligação direta com o jovem eram difíceis de aparecer. Seu clã sempre fora conhecido e temido, porém anos atrás ele havia sido temido de tal modo que ele fora banido de todos os locais, caçados e assassinados, mas nem todos os Kaguyas foram silenciados, aqueles que sabiam a verdade não se deixaram cair pela lâmina dos odiadores. Não era culpa de todos os problemas que o clã Kaguya havia causado em guerras e outras batalhas, e por isso não existia um motivo para justificar um genocídio. Porém os atos cometidos por alguns que foram dominados pelo medo, ódio e sede de vingança não duraram para sempre. Os Kaguyas então finalmente acordavam para uma nova era, dessa vez em Suna, longe de sua terra natal no País da Água, pois fora em Suna que um novo Kazekage conseguira criar um refúgio para os membros existentes daquele tão destroçado clã, lá eles poderiam enterrar suas raízes e começar novamente a crescer, mostrando para o mundo que eram um clã de pessoas e não máquinas de guerra que deveriam ser temidas e eventualmente descartadas. Uma parte do clã também se estabeleceu em Konoha, porém o que realmente era importante era que os Kaguyas viviam novamente, mas espalhados pelo mundo. A maior colônia de membros do clã na vila da areia não teria porém muito tempo para se reerguer, uma vez que em um dia normal a vila fora dizimada, atacada com tamanha voracidade que ninguém fora capaz de fazer nada. Muitos membros do clã deram suas vidas para proteger seu novo lar, porém em vão, o ataque não foi interrompido e a Vila da Areia deixou de existir. Com medo e sem saber o que fazer os poucos membros do clã resolveram se separar, não mais mantendo-se em um lugar específico, mas sim agindo como nômades e tentando plantar sementes no maior número de lugares possível, afinal eles já começavam a acreditar que uma grande má sorte os perseguia. Os anos se passaram e o Jovem Shikyomaru cresceu em Konoha, solitário, porém determinado. Ele havia perdido seu pai em uma batalha em Kiri e sua mãe não havia aguentado o peso de perder seu marido, ficando doente e dias depois falecendo. Com o pedido final de sua mãe no coração o jovem jurou que viveria sua vida sem desistir, fugindo de Kiri e indo para Konoha. Porém seu coração sempre permaneceu em um lugar apenas, nas memórias de seu clã, nos mistérios do que significava ser um Kaguya, no peso que existia sobre ele quando pensava que talvez fosse um dos últimos membros de seu clã. Aconselhado por seu mentor Uchiha Kazemaru, o jovem decidiu, aos seus 15 anos, já um gennin graduado e com experiência, sair de Konoha em busca de outros membros de seu clã. Ele queria ser educado sobre a história que corria em seu sangue, entender porque em outros tempos os Kaguyas haviam sido temidos, porque o clã havia se separado e o que exatamente ele era capaz de fazer. O jovem então deixou sua nova casa para trás, percorrendo as densas florestas de Konoha por alguns dias, porém ainda bem longe de chegar ao seu destino: Kiri. Porém durante sua viagem o jovem deparou-se com um grande incêndio, e quando menos esperava estava no meio dele. Ele fez tudo que pode e eventualmente conseguiu escapar das chamas, sem machucados além daqueles em suas roupas. Entretanto ele acreditava que aquele incêndio havia sido causado por alguém, propositalmente, por causa da voracidade das chamas e a velocidade com qual ele se alastrava, mal sabia ele porém que estava bem certo em achar aquilo. Mas o fogo não fora o ponto importante daquele dia, mas sim seu encontro com dois peculiares personagens: Zaan e Matsu. Um velho soldado e uma carismática jovem, ambos viajantes em meio aquela gigantesca floresta. Eles ajudaram Shikyomaru depois que o mesmo escapou do incêndio, eles foram apresentados e revelaram que iam em direção a Vila Oculta da Névoa, o Kaguya não deixou de mostrar seu interesse e também objetivo em encontrar a vila. Matsu então sugeriu que eles seguissem caminho juntos, Shikyomaru aceitou, ele não sabia como chegar em Kiri de fato, então aquela era uma oportunidade que ele não poderia deixar passar, além de que o velho e a mulher pareciam ser boas pessoas. Zaan contava histórias sobre um antigo e esquecido clã, conhecido como Clã da Lua Branca, e as histórias apenas faziam Shikyomaru lembrar cada vez mais do porque havia começado aquela viagem. Ele sentia-se um tanto incomodado com a felicidade que Zaan e Matsu demonstravam, talvez seu incomodo fosse de fato em relação ao porque ele não conseguia ser feliz com tamanha simplicidade em um mundo tão coberto por injustiças e trevas. O dia passou de um modo agradável e o jovem Kaguya descobriu que Matsu e Zaan iam para Kiri encontrar com o discípulo do velho, que se chamava Arslan. Porém com a conversa mais memórias vieram a tona, mas dessa vez não apenas na mente de Shikyomaru, mas também dos recém conhecidos amigos do gennin. O que eventualmente transformou-se em um conto vindo da memória de Zaan... O velho contou a história de como seu clã havia sido atacado e quase completamente exterminado por membros da ANBU Raiz, uma subdivisão da Guarda de Elite de Konoha. Aquilo fez Shikyomaru ficar um tanto desconfortável, afinal ele não acreditava que a vila que havia sido seu lar poderia ter ordenado algo daquele tipo, mas ele sabia também que as pessoas podiam trair uns aos outros com uma facilidade que o jovem Kaguya não podia de fato acreditar existir. Ele ficou também conhecendo a trágica história de Arslan, já ficando um pouco mais próximo do homem que não havia conhecido ainda. Porém naquela noite, enquanto dormia um estranho sonho venho a mente de Shikyomaru. As imagens que o jovem viu foram demais para ele, causando náuseas e medo, deixando o jovem com muita raiva, acordoando-o e o levando até o meio da floresta, onde sem controle ele começou a atacar as árvores que existam ali, tentando liberar todos os sentimentos ruins que carregava. Ele foi interrompido por um estranho porém, esse dizia palavras com grande peso e dizia que poderia ajudar o jovem naquele momento. Uma batalha então teve início, mas o garoto não estava nem perto do poder de seu oponente, sendo derrotado sem grandes problemas. O homem revela que sabia quem era Shikyomaru e que conhecia alguém capaz de treina-lo em tudo que queria, mas que para conhece-lo ele precisaria ficar mais forte. Três dias se passaram desde que o jovem havia sido derrotado pelo Homem-Sombra, porém ele não chegou a ficar muito tempo, Kaguya Shikymaru falou apenas com Zaan sobre sua busca por poder, dizendo que retornaria para Konoha para ganhar mais poder, mas que eventualmente os procuraria para começar de fato o treinamento que o Homem-Sombra havia lhe prometido... Personagem: Kaguya Shikyomaru Jogador: Maggot Narrador: The End Um novo dia começava em Konoha. Três anos haviam se passado desde o misterioso ataque e ainda não existiam informações concretas sobre o mesmo, aparentemente o Kazekage havia ressurgido, porém nem mesmo isso era de fato algo que todos tinham acesso. Porém não importava, para um jovem em especial aquele era um dia memorável. Kaguya Shikyomaru havia retornado a Konoha a três anos depois de conhecer três estranhos que haviam lhe ajudado muito em poucas semanas e havia prometido encontra-los novamente uma vez que estivesse mais forte. Apesar do jovem não ter nenhuma ideia de como ou onde encontraria Zaan e Matsu, ele não havia os esquecido, sempre mantendo-os em suas memórias e tudo que havia acontecido nas breves semanas que havia ficado ao lados deles. Mas principalmente ele lembrava-se do misterioso Homem-Sombra e dos sonhos que havia tido, tanto aquele que havia sido apenas um mero observador, vendo passado e futuro sem entender completamente, como aquele que era nada mais nada menos que uma antiga memória reprimida. O que realmente importava era que agora era o momento de voltar a buscar suas origens e para isso o jovem teria mais uma vez que se dirigir aos portões da Vila Oculta da Folha e deixa-la para trás por tempo indeterminado. A sua ficha deve ser postada ao final de sua primeira postagem. Ela será mantida aqui e não sofrera modificações até o final da Side Quest. Tenha certeza de que todas as atualizações sejam feitas antes que você comece, caso o seu primeiro post seja editado isso vai significar no cancelamento da Side Quest, a não ser que a modificação seja realizada por um Administrador e com uma justificativa plausível. Lembre-se que você não poderá postar em nenhum tópico interpretativo, assim como em nenhum tópico de jogo, como Time, Academia e etc. Se em algum momento você quiser retornar a Vila você pode, porém isso vai significar o término da Side Quest, sem determinação de quando a mesma poderá ser recomeçada e também mudando o resultado final da mesma. Fora isso apenas espero que tenha uma boa aventura e que consiga alcançar seu objetivo. Sem mais a Equipe_KR lhe deseja um ótimo jogo. [align=right]Atenciosamente, The End[/align] |
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| Maggot | Dec 19 2011, 05:00 PM Post #2 |
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"Aprenda a viver e saberás morrer bem." (Confúcio)
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*Iniciava-se uma manhã fria na vila da folha. Eu estava acordando mais uma vez com um sentimento de vazio no meu coração. Fazia um bom tempo que eu estava assim. O meu querido Time 07 havia sido desmebrado há muito tempo e depois dele eu não tive mais nenhum time. São quase 3 anos só lutando nas arenas de Konoha e treinando nas florestas aos arredores da vila. Eu tinha perdido o contato com o Kazemaru-sensei, com Ryu, Kashitsu e até mesmo Umi, que ficou pouco tempo no time. Eu não tinha arrumado uma namorada ou grande amor da minha vida e por isso não poderia nem dar continuidade ao meu clã. Mas não teria sentido eu dar continuidade ao meu clã sem saber sobre ele, sua origem, onde está localizado o maior número deles e como talvez, quem sabe no futuro, unifica-los.* Kaguya Shikyomaru: Isso tudo é uma droga! Acho que eu preciso viajar de novo. Eu já estou mais forte do que naquela época e aprendi muitas coisas... Até mesmo criei o meu próprio estilo de luta! *Na minha mente aquele vazio somente seria preenchido através de uma coisa... A busca pela minha origem, a origem do poderoso Clã Kaguya. Eu estava decidido e era isso o que eu tentaria conquistar novamente. Eu pego rapidamente um pergaminho, uma caneta de pena e começo a escrever uma carta ao Hokage, pedindo permissão para sair da vila em busca da origem do meu clã. Eu coloco a carta dentro da minha mochila e caminho em direção a sala do Hokage. Eu somente entrego a carta para um Jounnin que estava do lado de fora e digo: "É de suma importância que entregue isso para o Hokage...". Então eu saio e vou dar minha última volta na vila.* *Eu começo a volta pelo meu restaurante preferido em Konoha, peço minha última comida lá e como-a. Dou uma passada rápida pelas casas de banho termais de Konoha, eu descansava sempre lá depois de uma batalha ou treino, e Kazemaru-sensei havia mandado o time algumas vezes ali para criar mais lanços de amizade. Dou uma passada no monte Hokage e observo todas as faces esculpidas no seu àpice. A última era a do Rokudaime, o homem que me recebeu de braços abertos em Konoha apesar do passado sangrento e sombrio do meu temido clã. E por final eu passo pela floresta de Konoha. Ficou algumas horas lá só vagando e lembrando de todos os meus treinos pessoais por lá, assim como as missões e treinos com o Time 07 de Konoha. Apesar de eu ser muito triste, eu ganhei momentos bem alegres com aquele time e posso afirmar que por um tempo ele foi a minha família..* "Eu vou sentir falta de Konoha... Meu segundo lar. Eu espero voltar para cá vivo e não em um caixão..." *Passo a mão na cicatriz que eu tenho no meu peito e lembro da minha viagem de três anos atrás. Eu era muito e não tinha controle algum sobre meus poderes e emoções. Essa cicatriz representa uma grande memória em minha vida, uma que eu nunca vou esquecer e que sempre vai ser lembrado como uma ótima experiência. Algumas imagens passam rapidaemente pela minha mente, a visão de Zaan e Matsu, meus laços de amizade formados com ele, apesar de conhecê-los por pouco tempo, pude pegar certo tipo de carinho com eles. Eu tinha um tipo de história parecida com a deles, meu clã e o clã de Zaan, como uma semelhança em suas histórias. Outras imagens que vieram a minha mente foi a luta contra o misterioso Homem-Somba, quem me deu essa cicatriz que vai do meu peito direito até a minha cintura. E por final, a última e mais agradável lembrança daquele dia foi meu sonho enquanto eu fiquei três dias desacordado. Não sei dizer se era um sonho ou não, só sei que foi um momento muito nostálgico. Ver minha mãe e meu pai conversando comigo...* "Droga! Preciso ser mais forte que isso... E não chorar por isso sempre que lembro..." *Algumas lágrimas escorriam pelo meu rosto e caiam no chão. Eu passo a mão no rosto, limpando as lágrimas. Despeço-me daquela agradável floresta e então corro direto para a hospedaria que eu sempre morei. Eu deixo minhas coisas arrumadas em uma mochila, meus equipamentos ninjas, pergaminhos para escrita, algumas canetas de tinta e tinteiros, assim como suplementos para a viagem (comida, cobertores, peças para formar uma barraca e etc). A mochila estava pesada, mas isso seria bom para meu treinamento de Taijutsu. Eu fico pensando nessa minha próxima viagem e durmo então tranquilamente o meu último sono em Konoha...* ~~ Na manhã seguinte ~~ *Eu me despeço do dono da pousada, deixo meu quarto bem arrumado e me dirijo para o portão principal de Konoha. Vou olhando pela última vez os rostos felizes dos cidadãos de Konoha, todos honestos, alegres e trabalhadores. Aquela vila era magnífica nesse sentido e eu queria mostrar isso para o resto do meu clã e dizer que eles não precisam mais temer de morar todos juntos novamente. Porém eu tenho que descobrir as origens e estudar mais sobre o meu clã antes... E também localizar a maioria dos membros do clã... Eu me aproximo do portão e vou falar com um Jounnin que parecia ser o guardião do portão.* Kaguya Shikyomaru:Meu nome é Kaguya Shikyomaru... Gostaria de saber se o Hokage me deixou alguma carta de permissão para sair da vila da folha... *Fico esperando anciosamente pela resposta do guarda.* ~~ OFFZÃO ~~ FICHA:
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Kaguya Shikyomaru Vitórias: 0 Derrotas: 0 Empates: 0 [align=center] [/align]
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| The End | Dec 20 2011, 10:34 PM Post #3 |
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Kaguya Shikyomaru já tinha feito aquilo antes, deixado a Vila em busca de suas memórias, mas ele revelou-se incapaz de concluir sua missão naquela época. Por falta de força, conhecimento ou talvez porque ele tivesse percebido que aquele não seria o momento certo de correr atrás de todo um passado desconhecido. Mas os anos passaram e transformaram aquele jovem em uma pessoa capaz, mais sensata e com menos peso nas costas, apesar de que ele ainda carregava um peso muito grande. Mas tudo teria um fim, para melhor ou pior, essa era de fato a única questão a ser levada em consideração agora. Dessa vez havia mais determinação nos passos e nos olhos do jovem, ele não desistiria de ir atrás de seu passado e nada ou ninguém ficaria em seu caminho. O dia anterior a sua partida havia sido passado sozinho na floresta de Konoha, onde o Kaguya ia muito para medidar e treinar, era um lugar que o acolhia bem. Ele lembrou de seus treinos com Kazemaru e o time, as palavras trocadas por todos e o peso que eles haviam se transformado em seu coração, mas dessa vez era um peso positivo, algo que o fizeram crescer e perceber que mesmo não sendo membros de seu clã, aquelas pessoas eram como sua família... Porém ele estava indo embora, sem nem ao menos falar com ninguém, talvez ele tivesse medo de revelar algo que não queria e demonstrar ao que poderia abalar seu espírito. No portão da Vila, que desde o ataque dois anos atrás mantinha-se fechado, o gennin foi direto ao encontro do jounnin responsável, esse como sempre não parecia muito amigável ou interessado no que o jovem tinha a falar. Shikyomaru apenas fez sua pergunta e durante alguns segundos o homem apenas olhou para ele, depois tirou uma carta de seu bolso e entregou ao jovem, dando um assovio e com isso o portão se abriu. A carta estava selada com o selo de Konoha, provavelmente feita pelo Hokage ou por algum de seus ajudantes. O que importava de fato era que agora os portões estavam abertos e Shikyomaru poderia recomeçar sua jornada. |
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| Maggot | Dec 21 2011, 01:27 AM Post #4 |
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"Aprenda a viver e saberás morrer bem." (Confúcio)
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*Depois de alguns minutos em silêncio, foram minutos bem angustiantes, o Jounnin responsável pelo portão me entrega uma carta com o selo de Konoha. Eu recebo a carta com um leve sorriso de satisfação e logo fico com uma cara séria novamente. Eu não pretendia dar muitos sorrisos daqui para frente e nem aparentar ser muito amigável. Coloco então a carta por dentro do meu kimono e começo a minha tão esperada viagem com destino a Kiri. Depois de me afastar dos portões de Konoha, eu pego a carta na mão e abro-a. Leio atentamente ela e confirmo a aprovação do Rokudaime em relação a minha viagem. Era de suma importância ter aquela aprovação, uma vez que não há tendo eu poderia ser acusado de ser desertor da minhaa segunda vila.* "Certo... Agora eu só preciso lembrar um pouco dos caminhos que eu fiz naquela época..." *Uns dias depois que eu havia voltado para Konoha e me recuperado completamente da sangrenta batalha com o Homem-Sombra, eu havia desenhado mais ou menos um mapa de como eu tinha chegado até onde eu cheguei. Eu não lembrava de todo o trajeto, mas eu desenhei o que eu pude com a minha memória. Então eu peguei esse mapa e fiquei olhando por uns minutos. Aparentemente o caminho havia mudado um pouco nesses três anos, mas nada muito brusco para que eu não conseguisse me guiar. Começo a andar então pelo caminho feito pelo meu mapa.*. *Após algumas horas de caminhada, eu vejo que o sol estava bem centralizado no céu e isso significava que deveria ser meio-dia. Então eu procuro uma árvore grande e com sombra suficiente para descansar. Na minha outra viagem eu aprendi bastante sobre essa "sobrevivência" em viagens. Pessoas assim como, que tem a pele clara, não é muito bom ficar andando de baixo de um sol muito forte. Eu poderia descansar umas horas agora e caminhar algumas horas a mais durante a noite. Então eu pego uma Kunai na mão e adentro na floresta, deixando minha mochila no tronco da grande árvore, e procuro por frutas para me alimentar.* "huum... Estou com um leve memória na minha mente..." *Na minha primeira viagem eu também havia ido "caçar" algumas frutas na floresta. Eu pego apenas algumas frutas para complementar com a comida que eu havia trago na minha mochila. Então eu junto um pouco de cada comida, um prato bem colorido e que traria bastante sustância para a minha saúde. Eu fico ali parado e comendo tentando lembrar de detalhes da estrada na minha primeira viagem. Após eu comer, eu recolho todas as minhas coisas e fico descansando ali por algumas horas, até o sol sair daquela posição e ficar um pouco inclinado em relação ao plano horizontal da terra. Então eu sigo caminho para a minha viagem para Kiri.* ~~ OFF ~~ A cor que eu ando usando é a LightGrey |
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Kaguya Shikyomaru Vitórias: 0 Derrotas: 0 Empates: 0 [align=center] [/align]
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| The End | Dec 21 2011, 06:44 PM Post #5 |
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O jovem refazia o caminho de três anos atrás, sem fazer grandes mudanças. O caminho em sua maioria não havia mudado e as estradas principais mantinham-se inalteradas, o que facilitava bastante a localização dele. Porém nem tudo era como antes e para chegar onde havia chego o jovem teria que se dedicar de fato a procurar qualquer coisa que pudesse ser uma referência, uma vez que na outra viagem ele havia modificado sua trajetória drasticamente quando se deparou com o incêndio. Mas ele tinha um pequeno e simples mapa e até aquele momento ele seguia sem problemas. Quando o sol estava em azimute Shikyomaru decidiu descasar, uma sábia escolha, uma vez que caminhar no sol direto era de fato algo que poderia causar danos a sua saúde. Porém cada vez mais ficava mais fácil não se preocupar com isso, já que a estrada ficava a cada momento mais submergida na floresta, com grandes árvores e sombras generosas. O gennin havia parado para descansar, pegando frutas pelas redondezas e depois retornando até onde havia deixado sua mochila, reparando que nada havia sido mexido, o que era algo bom. Provavelmente o caminho ainda ficaria calmo por algumas horas, ele ainda estava a certa proximidade de Konoha, o que garantia maior segurança pelas estradas, mas uma vez que chegasse a uma distância considerável ele teria que começar a prestar mais atenção em viajantes estranhos. O sol já estava a poucas horas de desaparecer no horizonte e sabendo disso Shikyomaru resolveu retomar sua caminhada. Ele carregava poucas coisas, o que não tornava suas ações cansativas e ele também caminhava com calma e sem qualquer pressa, mantendo-se quase inalterado em relação a cansaço proveniente da viagem. Tudo ainda estava começando e apenas meio dia havia se passado, ninguém sabia o que aguardaria o jovem nas próximas horas, dias, semanas ou meses. |
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| Maggot | Dec 22 2011, 09:07 AM Post #6 |
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*A caminhada seria longa e o meu ritmo tranquilo de viagem não audava em relação ao tempo. Porém, não há necessidade de pressa, uma vez que todo cuidado é pouco quando se sai de dentro de uma vila totalmente protegida e vai para uma floresta sem quase nenhuma proteção. Decido sacar duas kunais e prendê-las entre meus dedos na minha mão esquerda. Todo cuidado do lado de fora dos portões de Konoha era bom, lembrando bem que na minha primeira e única viagem eu havia me deparado com o perigo das chamas e do Homem-Sombra. Vou andando e consultando o meu humilde mapa mental, uma vez ou outra catando uma maçã e comendo-a. Depois de algumas horas de caminhada, observo que minha água vai se tornando um problema já que ela estava quase no fim.* "Droga! Devia ter lembrado de trazer mais garrafas d'água... Essas duas garrafas de dois litros vão acabar sempre muito rápido..." *Eu paro na beira da estrada e abro o meu pequeno mapa da minha curta viagem. Observo onde eu havia marcado que tinha um pequeno córrego. Olho para dentro da mata profunda e tendo lembrar mentalmente se era mais ou menos por ali que eu havia andado. Então, eu decido entrar na mata através da localização do meu mapa e procurar pelo riacho. Dessa vez eu levo a minha mochila comigo, pois já estava quase escurecendo, essa parte da estrada mostrava-se ser uma mata de galeria e não seria bom deixar minha mochila sozinha e também eu poderia não conseguir voltar pelo mesmo local de antes. A medida que eu entro na floresta, eu vou marcando setas nas árvores na direção em que eu tinha vindo, para não acabar voltando alguns metros ou quem sabe quilômetros. Segurando firme minhas duas kunais para me precaver de qualquer situação indesejável.* "Isso realmente parece como a viagem antiga... Sem dúvida nenhuma..." *Eu estava começando a achar que a viagem seria um pouco igual a outra no começo, já que eu estava refazendo os meus passos... Porém, eu espero que não seja totalmente igual, não quero encontrar todo aquele fogo na mata e também não quero, sem sombra de dúvida, encontrar aquele ser desconhecido com quem eu havia lutado e me deixado uma imensa cicatriz no meu abdômen. Chegando no riacho eu encho minhas duas garrafas e bebo um pouco da água ali do riacho mesmo, lavo um pouco o rosto para tirar qualquer sonolência que poderia me prejudicar na viagem e então volto para a estrada seguindo as setas.* *Um pensamento que passava pela minha cabeça caminhando de volta pela estrada era sobre Zaan e Matsu. O que será que aconteceu com aquelas duas pessoas?! Será que ainda estariam vivas?! Será que tinham chegado em Kiri como eles queriam?! Será que eu um dia encontraria elas?! Essas perguntas eu só conseguiria responder quando eu chegasse em Kiri. Definitivamente eu iria procurar eles por lá quando eu chegasse. Eu paro no meio da estrada e fico as Kunais no chão. Eu tiro os anéis pretos de aço, que uma vez pertenceram a minha mãe, do meu cabelo e então ajeito meu cabelo e os amarro novamente com os anéis. Eu pego uma Kunai em cada mão e utilizo-as para subir em uma das árvores na beira da estrada. Uma vez no alto, eu vou me movimentando rapidamente de galho em galho. Eu tive essa ideia justamente para evitar qualquer perigo ou problema de viajar sozinho de noite pela estrada. Uma vez que as matas de galeria tinham a características dos topos das árvores se encontrarem no alto, eu não teria muito perigo de cair no chão, eu poderia facilmente fincar as kunais em alguma das superfícies das árvores.* "Acho que o jeito é ir assim agora..." OFF: Mals pelo post grande. Eu estava inspirado hoje. HAUIEhuae. |
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Kaguya Shikyomaru Vitórias: 0 Derrotas: 0 Empates: 0 [align=center] [/align]
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| The End | Dec 23 2011, 11:24 PM Post #7 |
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A noite aproximava-se e com ela os perigos e surpresas que a escuridão carregava sempre consigo. Porém Shikyomaru já estava ciente disso, deixando seu ritmo calmo para trás, começando a sua travessia da gigantesca floresta com mais velocidade, porém com mais atenção. Ele achou prudente deixar o nível do solo para ter menos chances de ser identificado ou cercado por qualquer que fosse o perigo, uma sábia escolha. Ele continuou agora com velocidade seu caminho, realizando marcações nas árvores a fim de saber o caminho do qual havia vindo, para saber sempre em que direção ele deveria seguir. A cada minuto que passava ele avançava mais para o leste em direção a Kiri, deixando para trás Konoha. Ele não sabia ainda o que o aguardava, portanto mantinha-se inalterado e nem ao menos sabia que estava sendo observado todo esse tempo. ???: ... Em algum lugar nas ruinas da Vila da Névoa - O local era bastante sombrio, aparentemente não eram necessárias luzes ali. O homem que mantinha aquele local como seu escritório pessoal não precisava de luzes para enxergar, seus olhos faziam a visão na mais escura das noite ser uma tarefa bem simples. Os passos ao longe já o deixavam cientes de que alguém se aproximava e quem era também era fácil de saber, sua natureza de chakra era única, como a de todos os outros e aquele que observava sabia distinguir todas elas, por distâncias consideráveis, ele havia estudado e treinado durante anos e anos para chegar até esse nível. ???: Mestre. Aparentemente a reunião do círculo superior já teve fim não? ???: Fato Hitokiri. Os planos andam conforme planejados, cada linha está tomando o curso desejado pelo Líder. Assim como as nossas linhas. O jovem deixou a Folha no amanhecer desse dia. Hitokiri: Obrigado por me informar Mestre. ???: Você acredita de fato no que me disse anos atrás... Eu posso ver e sentir isso. Mas nunca estive de fato cara-a-cara com esse jovem. Apesar de meus conhecimentos não posso saber se ele diz a verdade ou não com a distância que existe. Estou confiando em você Hitokiri, não acredito que você teria me pedido o que pediu se não tivesse plena consciência nesse seu... sobrinho. Hitokiri: Ele vira a ser mais forte do que eu Mestre, tenho certeza disso e farei de tudo para que isso aconteça. O senhor deposita tamanha confiança em mim, mais do que eu jamais poderia pedir. Por isso eu juro pela minha vida que o que planejei irá se realizar. Shikyomaru vira para o nosso lado. O homem que havia adentrado na sala a poucos minutos levanta-se e vai embora. Porém o outro permanece sentado na escuridão, seus olhos brilhavam na escuridão, porém esse brilho mudava de cor conforme o tempo passava, roxo, vermelho, branco, cinza. Ele dá uma leve risada que ecoa no ambiente vazio e arruinado, o barulho de chuva podia ser escutado do lado de fora. Na floresta do País do Fogo - Shikyomaru permanecia em seu caminho, porém de luga algum sentiu como se alguém o chamasse, uma voz distante, mas o jovem conseguiu distingui-la como sendo uma voz familiar, porém ele de algum modo sabia que aquela voz não vinham de nenhum lugar próximo a ele. Ao mesmo tempo que ouviu o chamado uma coruja saiu voando de alguns galhos a sua frente, dando um leve susto no rapaz. Só então ele percebeu que a lua brilhava no céu, a mesma encontrava-se em sua fase Crescente. Apesar do espanto o gennin conseguiu escutar alguns sons, afinal a floresta estava bem calma e qualquer som fora do padrão da natureza poderia ser facilmente identificado. Pareciam vozes, pessoas conversando, porém pareciam estar falando baixo, tentando não serem escutados. Shikyomaru não conseguia escutar exatamente o que diziam, mas sabia de onde viam as vozes. A conversa vinha de alguns metros a sua frente, talvez um pouco para a esquerda, porém nada que fosse realmente modificar seu caminho caso ele decidisse saber o que se passava. O tempo continuava a passar, ele poderia facilmente continuar seu caminho e deixar o que quer que estivesse acontecendo acontecer. Mas essa era uma escolha que apenas ele poderia fazer. |
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| Maggot | Dec 24 2011, 01:36 AM Post #8 |
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"Aprenda a viver e saberás morrer bem." (Confúcio)
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*Enquanto eu ia me locomovia através dos galhos das árvores, fui interrompido por uma voz. Essa voz me era familiar, porém eu ainda não conseguia destinguir quem poderia ser. Eu fico parado por alguns minutos em cima do galho de uma árvore alta e apurando meus ouvidos para tentar escutar melhor. E é nesse instante que eu acabo por tomar um susto. Eu estava tão concentrado em ouvir as vozes e acabei levando um susto com uma simples coruja. Eu passei o dorso da minha mão direita sobre minha testa e limpo um pouco do suor, afinal eu estava pulando/correndo de galho em galho já tinha algumas horas. A floresta de Konoha silenciosa era impressionante, a noite deixava uma beleza maior do que de dia naquele imenso local. Olhando para cima eu pude ver a grande lua brilhante que se estendia sobre o céu, ela estava na fase crescente. Eu particularmente achava a lua mais bonita na fase cheia, mas todas as fases tem suas belezas.* "Preciso ficar mais preparado para esses sustos... MAis animais selvagens podem aparecer nessas redondezas." *Eu fiquei parado alguns minutos admirando aquele céu, eu estava curioso para saber se em Kiri o céu também se encontrava nesse estado. Eu não cheguei a entrar diretamente nos territórios de Kiri com Zaan e Matsu, eu estava em um tipo de fronteira entre os dois países, uma área de ecótono (área de transição de uma vegetação para outra) onde o clima era de um país e a vegetação era uma mistura dos dois. Acredito que com o meu mapa mental eu chegue bem próximo de onde eu parei com Zaan e Matsu, onde eu havia perdido a luta com o Homem Sombra... Naquela viagem eu estava aprendendo a colocar os sentimentos para fora do coração, não deixar nennhum sentimento ruim acumular. Eu estava fazendo amizades verdadeiras com aquelas pessoas, me identificando com elas, formando laços. Mas depois de ficar perdido e sozinho em Konoha por três anos, esses sentimentos foram morrendo... Eu tinha me tornado aquela pessoa fria que eu sempre fui na minha infância...* "Hum... Vozes?! A essa hora da noite?! Longe de Konoha..." *Eu percebi vozes de pessoas conversando, muito baixo. Parecia que não queriam ser escutadas. Dessa vez, essas vozes não estavam me chamando como a voz anterior. Eu acho melhor eu verificar e ver se não é nenhum perigo para Konoha. Apesar de eu guardar um certo rancor com Konoha, por causa da história que Zaan tinha me contado sobra ANBU aniquilando o seu clã e tudo o mais. Havia alguns anos já que eu não estava gostando de Konoha... Era difícil saber o que sentir, na verdade eu não tinha a menor ideia do que sentir... Pois eu passei ótimos momentos em Konoha e essa vila me fez crescer forte. O Hokage me acolheu bem e também todas as pessoas de lá. Porém, não posso ignorar o que elas fizeram com Zaan e Matsu... Quem sabe se eu conseguir chegar em Kiri e me reencontrar com meus dois companheiros de viagem, eu não fiquei por lá de vez... Localiza todos os membros do meu clã espalhados pelo País da Névoa e reorganizar o meu clã. Talvez trazê-los para Konoha ou não...* "Em todo o caso, é melhor eu dar uma verificada... Ainda existem pessoas boas naquela vila (As pessoas que o Shikyomaru viu felizes antes de partir de Konoha)..." *Eu utilizo o Hijutsu do meu clã, desenvolvido por mim mesmo, Kosshi Katamaru no Jutsu. A fim de itensificar a minha poderosa Kekke Genkai e me precaver de qualquer perigo que aquelas vozes poderiam trazer para mim. Depois da surpresa com o Homem-Sombra, eu tinha ficado mais esperto e experiente, definitivamente eu não estava disposto a correr riscos desnecessários. Eu seguro firme uma Kunai em uma mão e outra na outra mão. Na Kunai da mão direita eu enrolo um selo explosivo no seu cabo (Com as escrituras viradas para o cabo, afim de não revelar o selo explosivo). Então eu parto rapidamente para a direção das vozes, sempre cauteloso com qualquer surpresa que pode me ocorrer antes de chegar no local. Chegando no loca, eu fico em cima de uma árvore e observo as pessoas que se encontram lá.* ~~ OFF ~~ Acho que deu para perceber que o Shikyo está meio indeciso em relação aos seus sentimentos por Konoha, né... Até mesmo porque no primeiro post escorreu uma lágrima dos olhos deles ao se despedir da floresta onde treinava. xDDD. Mas também, de acordo com a outra Side Quest, ele está contra konoha pelo que eles fizeram ao Zaan e a Matsu. HAUIEHuahe. Doideira essas paradas. =D
Requerimentos: Controle de Chakra: 20; Resistência/Habilidade: 20 |
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Kaguya Shikyomaru Vitórias: 0 Derrotas: 0 Empates: 0 [align=center] [/align]
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| The End | Dec 27 2011, 09:15 PM Post #9 |
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Legen... Wait for it... DARY! LEGENDARY!
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Aquele jovem estava sofrendo por dentro, ele não sabia aonde depositar sua confiança, afinal tudo que ele conhecia já havia sido destruído duas vezes. Primeiro seu clã e a morte de seus pais, depois as histórias que Zaan havia lhe contado sobre a força especial de Konoha. Tudo parecia uma piada de mal gosto, uma brincadeira com o gennin que não tinha para onde correr, mas Shikyomaru ainda estava determinado a chegar onde jamais havia chego, ele buscava a verdade e nada o impediria. O jovem havia parado por um instante, concentrando-se para ouvir melhor as vozes e localizar exatamente de onde vinham. Não foi muito difícil, a floresta não emitia muitos sons o que deixava rápida a localização de pessoas conversando. Shikyomaru começou a se locomover até o local, sem realizar sons ou ações de grande impacto, ele não queria ser descoberto e perder o efeito surpresa, uma arma muito importante em qualquer situação. Ele não precisou andar muito para encontrar dois homens próximos a uma árvore, uma deles parecia estar fazendo suas necessidades ao pé de uma árvore, enquanto ficava em pé conversando com o outro, esse apenas estava virado para o outro lado fumando um cigarro. Os dois apresentavam roupas leves, sem qualquer identificação, provavelmente eram apenas forasteiros. Porém os dois carregavam espadas em suas costas, assim como bolsas de equipamentos em suas cinturas. ???: Será que da pra você mijar mais rápido Ilan? Ilan: Será que dá pra você calar a boca por um segundo Rosko?! Rosko: A tá, não precisa ficar bravo. É que eu não gosto de ficar nessa floresta, existem muitas coisas por ai e também não é tão longe assim de Konoha. Algum ninja de lá pode nos encontrar e ai tudo pode acabar mal, eu sei que a gente fez tudo certo e que é só ma pousada qualquer que é mal frequentada, mas se um ninja da Folha acha a gente eles não vão querer saber que estamos roubando de um lugar sem importância. O primeiro homem acaba o que estava fazendo e se vira para o companheiro sem falar nada. Apenas sai andando mais para dentro da floresta, o segundo homem dá um pequeno suspiro e sai apressado, tentando acompanhar o outro que já estava mais a frente. Eles continuam a caminhar pela floresta, sem saber que haviam de ser ouvidos por Shikyomaru. |
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[align=center] O Veterano e a Esperança da Areia Kalimaru / Hokorimaru Os Quatro da Folha Uchiha Kazemaru / Inuzuka Zaiko / Katsuki Ayame / Senju Yukimura Olhos da Verdade Mitsukai Shinzui [/align] | |
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| Maggot | Dec 29 2011, 10:37 PM Post #10 |
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"Aprenda a viver e saberás morrer bem." (Confúcio)
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*Chegando ao local de onde vinham as vozes, percebo que são apenas de duas pessoas. Uma estava sentada ao chão fumando um cigarro e a outra estava se aliviando em um árvore. Observo atentamente procurando por algum tipo de identificação nas duas roupas e em suas testas, porém não encontro nenhuma bandana ninja ou símbolo de alguma vila. Eles portavam espadas nas costas e bolsas de equipamentos nas cinturas. Talvez fossem somente forasteiros, porém pessoas desse tipo não andam bem armadas e equipadas desse jeito para nada. Eis então que eu recebo a minha confirmação.* "Hum... Uma pousada mal frequentada... Roubando... Mesmo que seja um local assim, o dono deve necessitar do dinheiro ou do material que eles roubaram... irei investiga-los um pouco mais..." *Eu faço uma marca de flecha na árvore em que eu estava, apontando para a direção de onde eu tinha vindo. Eu vou seguindo cautelosamente os ninjas pelas árvores e marcando as mesmas. Seguro firme minhas duas kunais e já bolo alguma estratégia de ataque surpresa em mente. Primeiramente irei lançar a kunai sem o selo e alguns segundos depois lanço a que tem o selo. Eles vão achar que são duas kunais normais e vão se surpreender... Mas primeiro só irei segui-los, estudar um pouco essas minhas duas "presas". Eu sou um jovem com um certo senso de justiça, não importam quem esteja sendo roubado ou quem rouba, isto é imperdoável. Já me roubaram muita coisa nessa vida, não posso permitir que roubem coisas de valor de outras pessoas.* "Eles nem desconfiam do que vai acontecer..." |
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Kaguya Shikyomaru Vitórias: 0 Derrotas: 0 Empates: 0 [align=center] [/align]
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| The End | Jan 5 2012, 10:37 AM Post #11 |
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Legen... Wait for it... DARY! LEGENDARY!
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Após escutar a breve conversa dos estranhos Shikyomaru decidiu que os seguiria, afim de descobrir do que eles realmente estavam falando. Até onde pode ouvir o jovem descobrira que uma pousada alguns metros dali havia sido invadida e que alguma coisa estava sendo roubada, ele não sabia mais do que isso, porém o jovem Kaguya tinha um problema em deixar pessoas interferirem na vida de inocentes. Ele sabia que aquela pousada tinha sua função em sustentar a vida de alguém e ele não deixaria que qualquer bandido tentasse tirar isso desse inocente proprietário. Ele segue com calma e agilidade pelas árvores, já bolando estratégias que poderiam vir a ajuda-lo quando decidisse que estava na hora de intervir. O gennin seguiu os homens por alguns metros até chegar em uma área onde as árvores paravam de crescer. Ali era uma grande clareira e ao cento dela existia uma grande pousada, muito maior do que Shikyomaru poderia ter imagina pelas falas dos bandidos. Ele realmente não esperava encontrar algo daquele tamanho em um local meio escondido, a estrada que levava para a Pousada não era uma das vias principais de trânsito do País do Fogo, para falar a verdade era preciso aventurar-se um pouco para seguir por aquele caminho. Mas de fato a pousada parecia um local especial, durante a noite era possível ver várias flores brancas próximas a construção, essas brilhavam levemente sob a luz da lua, provavelmente teriam um brilho mais intenso e belo durante a Lua Cheia, mas ainda estava distante de ser essa época do mês. A fachada do conjunto de edificações apresentava quase 70 metros de comprimento, mostrando que aquela não era apenas uma simples pousada. Algo mais estava acontecendo ali. Shikyomaru pode ver da árvore onde estava os dois homens seguindo até a entrada da Pousada, lá estava um homem extremamente grande e forte. Ele apenas olhou de relance para os dois enquanto os deixava entrar. Depois disso ele ficou parado em frente a porta dupla sem se mover. |
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| Maggot | Jan 8 2012, 02:33 AM Post #12 |
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"Aprenda a viver e saberás morrer bem." (Confúcio)
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*Seguindo os homens pela floresta, com extrema cautela, chegamos em uma clareira no meio de todas aquelas árvores. Eu podia ver que ali se encontrava a pousada que os homens haviam falado, ela não era pequena como eu havia imaginado ela em minha mente. O local é realmente bem escondido, não havia sinalizações para chegar até ali e tinha que sair do caminho comum da estrada. Eu estava começando a acreditar que aquilo ali não é uma pousada comum ou não é uma pousada de fato... Observo os dois homens caminhando em direção a porta, um homem sai de lá de dentro e observar os dois homens por um instante e então sem dizer nada deixa eles passarem. O homem, que agora eu observava com mais cuidado, era grande e musculoso e ficara aguardando na frente da porta.* "Acho que vou tentar distrair o grandão... Esse dai pode ter só musculos e nada de cérebro... É uma estratégia arriscada, mas caso falhe eu posso causar algum dano nele..." *Eu finco minhas duas kunais na árvore em que eu me encontrava de agachado. Eu tinha que fazer tudo com muito cuidado agora, utilizar o meu Hijutsu Kosshi Katamaru no Jutsu foi arriscado, gastei bastante chakra achando que iria confrontar os dois homens lá mesmo, ainda bem que eu não havia mantido o meu Hijutsu e utilizado ele somente uma vez. Eu deixo a minha grande mochila de viagem encostada entre o tronco da árvore e seu galho, em uma posição que só cairia caso houvesse um terremoto muito forte... Então eu faço os selos e digo be baixinho: "Henge no Jutsu". Então eu me transformo em um dos homens (Rosko) e então eu faço mais selos e realizo falo baixo novamente: "Bunshin no Jutsu". Eu desfaço o Henge em mim, voltando ao normal e então eu realizo o Henge no Jutsu novamente para me transformar no outro homem (Ilan). Eu tiro um selo explosivo do meu estojo ninja e coloco nas costas do meu Bunshin. Minha esperança é o sujeito grande não perceber a falha do meu jutsu e então começar a se confundir em relação aos homens que entraram, uma vez que eles não haviam falado nada com ele.* *Eu pego minhas kunais e seguro pelo cabo delas e estico a minha mão para baixo, deixando meu punho virado para frente, assim escondendo as kunais atrás de meus braços e o meu punho escondendo o cabo das kunais (lembrando que uma delas tá com selo explosivo, ou as duas, eu não lembro mais. xDDD). Então eu vou alguns metros para trás, com o meu Bunshin, espero alguns minutos e coloco o meu Bunshin para andar 1,5 metros na minha frente. Vou me aproximando do casarão, meu Bunshin na frente, tento imitar da melhor forma possível a voz do homem em que eu havia me transformado e digo.* Kaguya Shikyomaru: Desculpe o atrasdo... Nós tivemos problemas com dois shinobis no caminho da floresta... Uma pena que eles tenham escapado, mas... Aqui estamos... ~~ OFF ~~ Sou muito burro! Eu mesmo criei esse Hijutsu e eu esqueci do pequeno detalhe que é por rodada que gasta o chakra! AHUIhae. Gastei 20 atoa... Droga! HAUIehae. Mas bem, se tu precisar de ajuda para entender o meu post (Acho que pode ter ficado meio confuso. xD) só me avisar pelo Face. xD Abração!
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